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Saldanha - Lisboa

Problemas de Auto-Estima



Problemas de Auto-Estima

Em traços gerais, podemos descrever a auto-estima como a representação que temos de nós mesmos, incluindo os sentimentos que vivemos em relação a nós e à nossa capacidade de fazer face aos desafios da vida.


A auto-estima desenvolve-se numa fase precoce da nossa vida, e relaciona-se com a interiorização da forma como somos percebidos pelos outros significativos. Ou seja, o primeiro olhar que desenvolvemos acerca de nós próprios baseia-se na forma como somos olhados pelas pessoas importantes da nossa vida.



Este conceito de auto-estima não é algo estático e imutável. Pelo contrário, é passível de transformação e evolução contínua. As experiências de vida e a aquisição de recursos e competências, vão contribuindo para um maior sentimento de auto-confiança e segurança pessoal. Assim como as relações de proximidade e confiança, que nos encorajam a enfrentar as dificuldades e a crescer com elas.



No entanto, não são raras as situações, em que minados por crenças e pensamentos depreciativos em relação a nós mesmos, vamos criando uma espécie de casulo...que pensamos poder ajudar a esconder a vergonha que sentimos por ser quem somos...evitando o confronto com situações novas, que percebemos sempre como ameaçadoras...e que poderiam até ser reparadoras...mantendo-nos, muitas vezes, em situações que nos prejudicam e destroem...e impedindo-nos de agir de encontro à satisfação das nossas necessidades e de realizar os nossos sonhos.



Inexoravelmente, esta representação que temos de nós mesmos interfere também com a relação que estabelecemos com os outros, podendo contribuir para o desenvolvimento de relações de intimidade saudáveis...ou para a perpetuação de um constante e acidificante sentimento de solidão.



A experiência da psicoterapia permite aceder a todas estas questões da forma como me vejo, de como me sinto e de como tenho estado a contribuir para os meus problemas, no contexto de uma relação de confiança, segurança e aceitação. Permite também que, gradualmente vá experimentando um outro olhar...de compaixão para consigo...e de reconhecimento das suas capacidades ou recursos pessoais, de aceitação dos seus limites ou dificuldades, e de acolhimento das suas necessidades, desejos, medos, angústias, enfim, de toda a sua singularidade.


 
 
 
 
 
 
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